segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Alice sem país





Enquanto o potencial de uma metade se expande,
Se faz ação, objeto... vida pulsante,
A outra metade implode,
Torna-se desespero, dor e neurose.
Dos diálogos ausentes
Resultam almas transbordantes de nada...
E os olhares de uns reprovam 
As performances e os rituais de outras...
Impondo-lhes o não lugar.
Corpo limiar em encruzilhada
- duas estradas - a implosão ou a luta!
Fala sem escuta, Alice sem país...
Ele é todo mestre, ela com sorte,
Aprendiz!

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